Saltar a: navegación, buscar

Manifiesto del Partido Pirata

El manifiesto pirata poético votado en asamblea 12/11/09.

Contra todo intento de estigmatizacion de nuestro nombre, reivindicamos a los Piratas, la Piratería y sus luchas.

Si en aquel mundo dominado por monopolios depredadores, por la esclavitud, la autocracia y el racismo, los Piratas se dieron a si mismos igualdad, libertad, autodeterminación y auténtica convivencia multicultural, ignorando toda corrección política de su tiempo, entonces es que reivindicamos su bandera, su legado y su nombre.

Porque nosotros crecimos en la periferia de lo que algunos llaman ilegalidad, navegando caóticos mares culturales, habitando unas pocas y remotas islas liberadas, y no conocemos otra forma de organizamos que no sea bajo un principio de convivencia igualitaria: las Redes de Pares.

Resistimos también los monopolios, del conocimiento, la cultura, y el patentamiento de la vida, y asi como nos resistimos a las metrópolis del presente que depredan los recursos naturales en sus colonias: el planeta entero.

Y como buenos Piratas y Filibusteros nos parecemos en algo más a nuestros predecesores: asaltamos naves, las del egoísmo y el saqueo, para quebrar la opresión de las falsas leyes de la escasez, del copyright y sus artificiales feudos inmateriales, fraudulentos espejismos propagandísticos que nos restringen el acceso a este nuevo mundo de la abundancia multicolor, donde todos podemos crear, copiar, multiplicar y compartir.

Como Piratas que somos creemos en la libertad, en la diversidad, en la auto-organización, en la horizontalidad, en sentirnos pares e iguales, en democratizar la creación, en la libertad de expresión y pensamiento, y como nacimos compartiendo, creemos en compartir la mayor riqueza que atesoramos como humanidad: la cultura, las ideas y el conocimiento, que liberados del lastre analógico y anacrónico de la escasez, sólo queda liberarlos del pesado lastre de la codicia.

Como Piratas que somos, no somos ingenuos, y sabemos que las mismas armas digitales que nos liberan, nos pueden encarcelar, cercenar y mutilar. Por eso defendemos la privacidad, el anonimato, las redes libres y la neutralidad de Internet, como herramientas de liberación que nos permitan seguir sosteniendo nuestra autonomía, capacidad de organizarnos y resistirnos a las leyes cercenantes.

Como Piratas que somos aprendemos sobre la marcha, construimos sobre la marcha, aprendemos de las históricas luchas por la democratización del conocimiento y la libertad de expresión y aprendemos de las luchas por proteger nuestros bienes comunes, los recursos naturales: mares, vientos, llanuras y montañas.

Aprendemos que la libertad, la solidaridad y el compromiso colectivo son el único camino sustentable para seguir existiendo como seres humanos en este planeta.

English Version[editar]

The poetic pirate manifesf voted in assembly, 12/11/2009

Against every stigmatization attempt of our name, we vindicate piracy, the pirates, and their fights.

If in that world dominated by predator monopolies, because of enslavement, autocracy and racism, the pirates gave themselves equal opportunities, liberty, auto-determination and an authentic multicultural coexistence, ignoring all politic correlation of their period, then we claim for ourselves their flag, their legacy and their name.

Because we have grown in the periphery of what some people call illegality, sailing chaotic cultural seas, inhabiting a few and remote liberated islands, and we don't know how to organize ourself any other way except under a principle of equal coexistence: peer to peer.

We also resist monopolies, of knowledge, culture, and life patents, just as we resist the present metropolis which feeds on their colonies natural resources: the whole planet.

And as good pirates and freebooters we also resemble our predecessors: We attack ships, ships of selfishness and plunder, to brake the oppression of the false laws of shortage, copyright, and the intangible artificial feuds, fraudulent propagandist mirages which restrict the access to this new colorful abundance world, where all can create, copy, multiply and share.

As pirates that we are, we believe in freedom, diversity, in auto-organization, in horizontality, in feeling peers and equals, in democratize the creation, In the freedom of expression and thought , and as we were born sharing, we believe in sharing the richest treasure we have as humanity: the culture, the ideas, the knowledge, reed of that analogue and anachronistic greedy burden

As pirates that we are, we are not naive, and we know that the same digital weapons that gives us freedom, may imprison, alienate, and mutilate us. That's why we defend privacy, anonymity, free nets and the Neutrality in Internet, as the tools of freedoms which allows us to continue keeping our autonomy, organization capacity and resist to the mutilating laws.

As pirates that we are, we learn on the march, we build on the march, we learn from the democracy of the knowledge fights and the freedom of expression and we learn from the fight how to protect our common goods, natural resources: seas, winds, plains and mountains.

We learn that freedom, solidarity and mutual commitment are the only sustainable way to keep existing as human beings in this planet.

(Translate by: Jurgen Rateau aka JaRrr and Betiel).

Versão em Português-Brasil[editar]

Manifesto do Pirata Argentino

Contra toda tentativa de estigmatização do nosso nome, reivindicamos aos Piratas, a Pirataria e suas lutas.

Se naquele mundo dominado pelos monopólios depredadores, pela escravidão, pela autocracia e pelo racismo, os Piratas deram a si mesmos igualdade, liberdade, autodeterminação e autêntica convivência multicultural, ignorando toda correção política do seu tempo, reivindicamos então a sua bandeira, o seu legado e o seu nome.

Porque crescemos na periferia do que alguns chamam ilegalidade, navegando em caóticos mares culturais e habitando umas poucas e remotas ilhas liberadas, não conhecemos outra forma de nos organizar que não seja um principio de convivência igualitária: as Redes de Pares.

Resistimos também aos monopólios do conhecimento, da cultura, e do patenteamento da vida, assim como resistimos às metrópoles atuais que depredam os recursos naturais nas suas colônias: o planeta inteiro.

E como bons Piratas e Filibusteiros nós parecemos em algo mais aos nossos predecessores: assaltamos as navios do egoísmo e do saqueio, para quebrar a opressão das falsas leis da escassez, do copyright e de seus artificiais feudos imateriais, fraudulentas miragens propagandísticas que nos restringem o acesso a este novo mundo da abundância multicolor, onde todos nós podemos criar, copiar, multiplicar e compartilhar.

Como Piratas que somos, acreditamos na liberdade, na diversidade, na auto-organização, na horizontalidade, em nos sentirmos pares e iguais, em democratizar a criação, na liberdade de expressão e de pensamento e, como já nascemos compartilhando, acreditamos em compartilhar a maior riqueza que nós geramos como humanidade: a cultura, as idéias e o conhecimento, que liberados do lastro analógico e anacrônico da escassez, só espera para se libertar do pesado lastro da ganância.

Como Piratas que somos, não somos ingênuos, e sabemos que as mesmas armas digitais que nos libertam, podem nos encarcerar, cercear e mutilar. Por isso defendemos a privacidade, o anonimato, as redes livres e a neutralidade da Internet, como ferramentas de libertação que nos permitam seguir sustentando nossa autonomia, capacidade de nos organizar e de resistir às leis cerceantes.

Como Piratas que somos, aprendemos na prática, construímos ao caminhar, aprendemos com as lutas históricas pela democratização do conhecimento e pela liberdade de expressão e aprendemos também com as lutas para proteger nossos bens comuns, os recursos naturais: mares, ventos, planícies e montanhas.

Aprendemos que a liberdade, a solidariedade e os compromissos coletivos são o único caminho sustentável para seguir existindo como seres humanos em nosso planeta.

(Revisado por Jorge do Partido Pirata do Brasil).

---

más referencias en Borrador del manifiesto poético